• O MELHOR QUE HÁ RESERVAMOS AQUI PARA VOCÊ!

seja muito

BEM-VINDO/A - a PMA (Plataforma Mulheres em Acção)

Ao longo dos tempos, os direitos cívicos e políticos da mulher vêm a ser descartados pela sociedade, de forma que a Mulher não participa da vida pública e política. Estudos confirmam que esta realidade vem desde tempos derradeiros. Capacitar as mulheres de forma que elas saibam como defender seus direitos é um dos trabalhos árduos e objetivos da PMA.

Saiba mais

Missão

 

  • A PMA tem como missão facilitar os processos difíceis e encontrar as respectivas soluções;
  • Ajudar as organizações membros a melhorarem as suas intervenções;
  • Influenciar políticas públicas a todos os níveis;
  • Capacitar as mulheres para que elas, por si mesmas, possam defender os seus direitos;
  • Ajudar as organizações membros a melhorarem as suas intervenções;
  • Formar e acompanhar as dinâmicas das organizações membros e ajudá-las a melhorar os processos internos de prestação de contas.

Valores

 

  • Transparência e honestidade na gestão dos processos e dos recursos financeiros;
  • Responsabilidade
  • Amor e Humildade
  • Colaboração
  • União entre as organizações membros da PMA
  • Respeito

Visão

 

  • Que a PMA seja uma rede que capacita e dá consistência as Organizações membros;
  • Que as organizações membros participem nas reuniões que a PMA for convidada;
  • Que nas 18 províncias haja focos de mulheres com capacidades organizacionais e de liderança (aumentar o foco de existência e participação de grupos de mulheres nas diferentes províncias do país);
  • Aumentar o movimento feminino angolano para mudar o quadro de participação das mulheres nos diferentes níveis da vida social do país;
  • Visibilizar mais as acções da PMA para o seu reconhecimento a nível nacional e internacional.

CONFIRA

NOSSAS PALESTRAS A BAIXO


AS PALESTRAS

CONSTRUTIVAS VOCÊ ENCONTRA AQUI!

  •  

     

     

     

     


  •  

     

PALESTRA NA IGREJA TOCOÍSTA

No dia 08 de Outubro de 2019 a PMA foi a igreja Tocoísta, no seu anfiteatro realizou uma palestra com o Tema [Participação da Mulher nas autarquias] o momento foi conduzido pela palestrante Carolina Miranda

Sito-me honrada em estar aqui e falar sobre o que é a governação aos meu irmãos e demostro o meu profundo respeito pela igreja Tocoísta pela participação na luta de libertação nacional. Palavras de Carolina Miranda.

INFORMAÇÃO

Enquanto cidadão vamos participar no processo, fazendo o registo eleitoral, pois a política é a nossa vida, falando de autarquias é dizer que estamos a dar um passo para a democracia.

Enquanto cidadão vamos participar no processo, fazendo o registo eleitoral, porque a política é a nossa vida, falando de autarquias é dizer que estamos a dar um passo para a democracia.

Que as mulheres não sirvam de base eleitoral, que participem também como autarcas

Pois o estado é: o povo, o território e o governo. Há leis para nós o povo, escolher pessoas com responsabilidades é uma delas. É uma afetiva implementação de distribuição do poder de um órgão ao outro, e só assim angola deixará de ser um país com governo unitário. Para que o  nosso país levante! tem de seguir o processo das autarquias e assim se resolverá muitos problemas assoladores da nossa comunidade e leva-la razão.

 

Com as autarquias deixará de existir mulheres zungueiras e muitos problemas de pobrezas, vamos investir nos nossos governos locais e falar de nossos problemas para que todo sofrimento acabe.

 

IGREJA IECA

No dia Vinte Sete de Julho de Dois mil e Dezanove realizou-se uma Palestra no Município do Cazenga na Igreja IECA com as Mulheres Diaconisas e Pastores, em Angola na Província de Luanda. Teve como Palestrante Drª Veronica Sapalo, com duração de Seis horas a Palestra teve lugar na Igreja central do IECA no Município de Cazenga.

 Com objetivo de promover o debate interativo com as participantes na perspectiva de informar-lhe e potencia-las com conhecimentos sobre as Autarquias em Angola previstas para 2020. Tivemos como ponto:

  • ·         Desconcentração administrativa e democrática.
  • ·         Constituição da República.
  • ·         Autonomia administrativa financeira e patrimonial.

A Palestrante tomou a palavra começando nas apresentações, em seguida fez-se levantamento dos problemas que afligem as Mulheres e a população em geral do Cazenga tais como:

Elevado índice de violações, falta de saneamento básico e segurança pública, o elevado índice de analfabetismo, falta de luz, e água, as vias de acesso estão degradados, para poder adquirir o documento tem que andar distâncias a distâncias, o Bilhete de Entidade tem morosidade no seu despacho, a comunicação com os Administradores local é bastante difícil, a população quando tem algum problema não sabe onde se dirigir devido a falta de interação com a população.

Foi levantado vários exemplos como a de Moçambique, que nas Zonas mais recônditas não havia maternidade e as Mulheres morriam muito, sentiram a necessidade de criar casas de abrigo para as que tivessem quase a dar luz, ficam hospedadas nessas Casas com médicos e Parteiras para ajudarem as mulheres a terem partos seguro e deixarem de morrer consideravelmente, levantou-se a situação de Angola na Província da HuÍla, que as mulheres vão a maternidade de Cangulo (carro de mão), porque não tem carros na zonas recônditas e a maternidade e muito distante e se não tiver sorte acaba por morrer no meio do caminho.

Viu-se também a realidade de Luanda nas maternidades, onde a um médico para atender Cinquenta mulheres. Visto que as mulheres compõem a metade da população Angolana e importante como pode fazer a diferença na vida pública e reforçar a responsabilidade sobre o sistema democrática em Angola.

Desconcentração administrativa e democracia.

Neste ponto explicou-se como será feita a administração e a desconcentração. A Faculdade que os órgãos das Autarquias locais delegarem, as suas competências em órgãos hierarquicamente dependentes para o aumento da eficiência, celeridade, qualidade e aproximação dos seus serviços ás populações.

A faculdade dos órgãos das autarquias locais transferirem para fundações, Empresas e Institutos públicos locais, e outros organismos, a prossecução de atribuições, que lhes são próprias, sempre que se mostrar necessário para melhorar a eficiência e eficácia dos seus serviços;

                                             Constituição da República

Também foi feito uma reflexão a luz da nossa constituição que estabelece no nº 02 Artº 213 o funcionamento do novo Sistema funcional das Autarquias Artº nº 164, b) Nº 02 do artº nº 166. No novo modelo de descentralização de recursos os autarcas não vão depender do Administrador mais sim o Município terá recursos para poderem se sustentar por si só.

Autonomia administrativa financeira e patrimonial

O poder dos órgãos das autarquias locais decidirem livremente sobre matérias da sua competência, elaborarem e aprovarem os respectivos orçamentos, Balanços e contas, dispuserem das receitas próprias, ordenarem e processarem as despesas arrecadarem as receitas, que por lei lhes forem destinadas, bem como gerir o patrimônio da autarquia o autarca não dependera do governador para tomar as decisões.

Alcançar o maior envolvimento das mulheres para a sua participação no processo autárquico em Angola. Por outro lado queremos dizer que, para colocar as mulheres no Centro das decisões é preciso, que se desenvolva um programa de reforço de capacidades para ajudar a mudar o quadro da situação, olhando para o equilíbrio e equidade de gênero nos órgãos de tomada de decisão. Dinâmicas estratégicas para salvaguardar maior envolvimento das mulheres, será pelo facto de constatamos que, o maior índice de analfabetismo, pobreza está nas mulheres, por limitações de várias ordens.

Dado o contexto acutal a revitalização dos grupos nas comunidades e na necessidade de envolvimento de maior número de mulheres será uma forma de estimular a participação para o envolvimento deste grupo alvo, é um contributo para a efetivação de uma democracia participativa, representativa e equitativa que vela pelos interesses dos gêneros, para a mitigação dos problemas que afetam as mulheres e os homens de forma diferente o exercício da cidadania.

Contributo para as mulheres Angolanas terão também a oportunidade de melhorar a sua participação e representação na esfera política no processo das autarquias locais em Angola para que haja maior justiça social no processo seletivo 2020. Temos observado as barreiras e limitações que as mulheres têm, consiste ao desenvolvimento carecem de estratégias direcionadas aos problemas afetadas.

A Preletora respondeu todas as perguntas satisfatoriamente, foi dado  muitos exemplos como o caso da maternidades de Luanda um médico para realizar partos para 50 mulheres também foi mostrado a realidade da Huíla as maternidades visam muito distante da maternidade as mulheres grávidas vão ao Hospital de Cangulo (carro de mão), ainda no debate  deu exemplo de Moçambique que nas zonas mais recôndita não havia maternidades para  mulheres grávidas, com a advocacia que as mulheres fizeram casa de abrigo quando tivessem quase a dar a luz ficam lá até dar a luz, as mortes começaram a reduzir consideravelmente.

Recomendações

Foi-nos  recomendados que este tipo de Palestras aconteça mais para as pessoas em particular as Mulheres terem mais conhecimento sobre as autarquias principalmente nas zonas recônditas dos País. E que a Igreja vai ficar com a responsabilidade de  replicar a informação nas outras congregações da mesma.

Conclusão

De um modo geral chegamos a conclusão que as mulheres tiveram conhecimento sobre a importância da participação delas nas autarquias, e que devemos fazer mais divulgação no que toca o tema e foi uma interação significativamente participativa. Nada mais havendo a tratar foi encerrado a Palestra

Precisa de saber mais sobre a PMA?

Pode esclarecer suas duvidas contactando a PMA

Envie sua sugestão!